6 de jun de 2009

Renascido das Cinzas


Quero ser alguém, Mas não sei quem sou.
nego o que Sou
e o que quero também!

Mostro ao mundo
A minha alma,
O meu ser bem fundo,
Nesta noite calma.

Revelo-me e aprendo
Respondendo o que não sei.
Escrevo e vou lendo
para descobrir a Lei.

Abro o Meu Coração
De luz e amor.
Dou a minha bênção
Para que não haja dor.

Corro o rio sem fim
Para a alegria permitir entrar em mim
Aquilo que quero achar.

Volto a acordar,
Volto a nascer,
Volto a respirar,
Volto a ver!

Destas simples palavras,
Nasce o futuro.
Destas simples palavras,
Nasce o Puro!

Abraço o dom que me foi concedido
E vejo a luz do desejo perdido.

Deus em Mim e eu no Universo,
Assim tal qual como o universo.

A Fénix abre as suas asas
e voa como nunca voou
pois renasceu em brasas
E agora realmente encarnou.

Morreu de tudo.
Abandonou, o que deixou
Encoberto em veludo,
Que o fogo incendiou.

Agora nasce sem nada.
E sem nada começa.
Uma nova temporada
Traz uma nova temporada.

De lutar e ganhar.
Vencer contra ela
Pois o que tem é o ar
E a sua alma feita vela.

Deixa-se ir com o sabor do vento,
Tendo a certeza do rumo a tomar,
Com uma vela como alento
E com o céu como mar.

O instinto sabe o que fazer
para continuar a voar.
Mesmo que pare o vento de bater,
Não há meio de falhar.

E voa por entre estrelas
E luz e sóis e luas
Quer agarrar e tê-las
Como parte de si e tuas.

EU SOU A FÉNIX RENASCIDA!!!
QUE DAS CINZAS SE ERGUE.
PARA APROVEITAR A VIDA
QUE EU MESMO ESCOLHI.

NESTE MUNDO QUE QUERO PAZ

Vou usar meu poder de VIVER
Essa maior DÁDIVA POSSÍVEL
DE DAR, RECEBER E AGRADECER,
ATÉ MESMO O QUE PARECE IMPOSSÍVEL

O MEU PODER É INFINITO.
ASSIM COMO O UNIVERSO E A VIDA
SÓLIDO COMO O MÁRMORE E GRANITO,
E PURO COMO UMA CRIANÇA AGRADECIDA.


Ó Grande Fénix que pairas no alto,
Deste Mundo que somos nós,
Guia-nos com sabedoria no asfalto
Da estrada da vida em que nunca estamos sós.

Que ave morre comigo e dentro de mim
Por não querer largar o que sei e tenho,
E por não abrir os olhos até ao fim
Com medo de descobrir ao que venho.

Largo tudo deixo o que soube.
abandono o que era.
Perco o que nunca houve
E paro de vez esta espera.

E depois de perder o que sou
Vejo o que não perdi.
E agora sim, eu vou
Em busca do que ardi.



ESQUEÇO PARA RECOMEÇAR
E MORRO PARA RENASCER
ABRO AS ASAS PARA VOAR...


E
PARA
FINALMENTE

VIVER!!!

(Sérgio Mago, Livro Abundantemente Feliz)

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